quarta-feira, 22 de março de 2017

Os pais dos dias que correm



A Isabelinha esta semana tem testes, e, como a grande maioria das crianças de 8 anos, é para o lado que ela dorme melhor!
Não fica muito contente se as notas não forem espetaculares, mas também esquece-se no minuto a seguir, mas bom, lá temos andado a estudar a ver se a coisa não é trágica.
Toda uma introdução para chegar aqui a uma questão que já me fez rir só para não chorar.
Então a professora dela, como sempre faz, uma semana mais ou menos antes do 1º teste mandou um guião de estudo, onde, cuidadosamente deu a conhecer aos encarregados de educação toda a matéria que sairá em cada teste para podermos ajudar os miúdos a estudar. Ótimo (não me habituo a esta palavra sem o p, pá! Raispartam o acordo ortográfico).
Passadas umas 2 horas após ter recebido este email, começo a receber em catadupa, mil mails de todos os pais com perguntas, respostas e o catano, mas, lá no meio, li um que não queria acreditar, era uma mãe, que pedia à professora que disponibilizasse o texto que ia sair de Português para ela ajudar o filho a estudar..
A sério?? Minha senhora, e já agora a resolução do teste de matemática para a senhora passar para um copianço, que o seu filho está em muito boa idade de começar a copiar? Não era tudo de bom?

Eu compreendo que todos, como pais, queiramos que os nossos filhos sejam os melhores, mas, chegarmos ao ponto de fazer batota por eles?? Nã... não contem comigo, que aqui a pessoa não aprova!
Que lata!!

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