sábado, 14 de julho de 2012

Mãe!


Sou Mãe galinha, sei que sou. Aliás até devo ser mais do que Mãe galinha. Se a minha filha não está bem é ver-me a panicar. Passo-me dos carretos e já é o fim do mundo. Gostava de conseguir controlar isto que se sente que é de uma intensidade tal que me transcende. Às tantas é por não ter mais nenhum e ser o primeiro e blábláblá, mas... caramba! Como é que se acalma a inquietude de ver os nossos filhos prostrados, doentes, com febre..
A Isabelinha é minha! Gerei-a eu, aqui, no meu ventre. Alimentei-a eu, exclusivamente,  até ela ter 7 meses. É suposto ser-se assim, não é?

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