segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Pranto!

Ontem à noite deu-me a parvalheira e depois de deitar a Isabelinha e estar tudo feito, resolvi fazer um zapping e encontrei um filme que vi 500 vezes  e li o livro outras tantas há mais de 10 anos, quando a minha exigência literária não era  refinada, e voltei a ver. Era "As palavras que nunca te direi", adaptação do livro, com o mesmo nome de Nicholas Sparks. Ora, como toda a gente sabe, os livros deste senhor vendem que nem pãezinhos quentes (ui.. pão quente, que saudades que tenho), não é pelo magnifico enredo, mas são histórias de paixões, quase sempre arrebatadoras com vertentes lindas e românticas, mas, normalmente, não acabam muito bem. É sempre um pranto pegado, baba e ranho e afins. Embora já tivesse visto o filme muitas vezes, encostei-me ao Eduardo que lia sossegadinho a biografia do Steve Jobs, e ali fiquei... às tantas, estava a chegar o fim do filme e eu estava a preparar-me para chorar, mas nunca pensei que o pranto voltasse como na primeira vez que li o livro ou vi o filme. O polo do Eduardo ficou molhado, e ele ria de mim e eu não conseguia parar!... Fiquei preocupada, não por ter chorado (não sei se já aqui disse, mas eu choro a ver o Rei Leão), mas por me ter acontecido pela vigésima vez da mesma maneira, como se eu já não soubesse  que ia acontecer... Man. Passei-me!

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