segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Crónica de uma morte anunciada

E foi assim que chegou ao fim a curta vida do meu peixe preto, o dos olhos esbugalhados, que nadava virado para cima como ninguém (ou antes, como nenhum outro peixe!).
Acordei e vim à sala, e como de costume bati no aquário para o peixe que, há já alguns meses boiava e ficava muito quietinnho, nadasse para me mostrar que continuava connosco... Mas não nadou, ficou ali quedo, coitado, percebi então que tinha esticado o pernil (ou a barbatana), tinha portanto, (e finalmente, permitam-me) morrido!
Só não tive coragem de o tirar do aquário que foi a sua casa durante mais de um ano, enfim, não sei o que me parecia pegar num corpo morto... ainda que de um peixe.
Ai ai... pobre peixinho!

1 comentário:

  1. Descanse em paz, nade na etrnidade dos oeanos infinitos...para sempre amen :)

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